sexta-feira, 20 de junho de 2008

GROSELHA e LIMÃO II

Da mais alta torre das igrejas ouropretana
A madrinha espreita, a hora de noticiar o fim
olhos brilhantes e sombrios.
Pergunto-me como algo tão belo
Pode dar tamanhos calafrios...

O sorriso que me transporta, é dor
A amargura que me guia, é rancor
O que me toma é orgulho
E o motivo obscuro

Quem me julga por ter coração?
Fui deixado a merce
Num castelo negro e assombrado
Vivendo no escuro e na bruma
Tendo pesadelos, sem guarida alguma
Vivendo com a dor, lado a lado

E durante as noites estreladas
Vejo-me a voar, sorridente
Não por estar contente
Mas pelas noites superadas...

Madrinha minha ex-fadinha
Não te disse que escrever é a arte do ridículo?
Quem mandou eu não dar um jeito em você.

2 comentários:

Carol disse...

kkkkkkkkkkkkkkk
se fu...!!!!!!!!!!

ju disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Cris eu passo mal de tanto rir de vc! Te adoro!!! Mil beijokas